Francisconi sem monitoramento eletrônico

Prefeito afastado de Rolândia recebeu um Habeas Corpus para a retirada da tornozeleira eletrônica; motivo da concessão foi “ausência de fundamentação”

Publicado: 30/11/18 • 16h54
Atualizado em: 30/11/18 • 17h13

    O Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR) concedeu uma Habeas Corpus para o prefeito afastado de Rolândia, Luiz Francisconi Neto, autorizando a retirada do monitoramento eletrônico. A decisão do TJ foi divulgada na quinta-feira (29) e Francisconi foi comunicado na mesma data pelo juiz de Rolândia, Alberto José Ludovico – a decisão também foi comunicada ao Creslon (Centro de Reintegração Social de Londrina), responsável pela colocação e monitoramento das tornozeleiras eletrônicas.


    Como tem foro privilegiado, o processo de Francisconi corre em separado dos demais envolvidos na investigação do Gaeco e do Gepatria de supostas propinas na prefeitura de Rolândia. Isso permitiu que a defesa do prefeito afastado entrasse com um recurso, julgado procedente pelo Tribunal de Justiça do Paraná. As outras pessoas continuam com monitoramento eletrônico.

CP da Câmara
    O juiz Alberto José Ludovico também autorizou que duas pessoas com tornozeleiras eletrônicas estivessem juntas em um mesmo ambiente. Os dois nomes são testemunhas convocadas pela Comissão Processante instalada na Câmara de Vereadores de Rolândia e serão ouvidas na próxima semana. Por isso a autorização para que fiquem no mesmo local no dia dos depoimentos aos vereadores.

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