Editorial - Edição: 722 - sexta-feira, 12-04-19

Quem vai “inaugurar” o novo cemitério?

Publicado: 12/04/19 • 10h23
Atualizado em: 21/07/19 • 10h44

    Olá, leitor e leitora do JR

    Depois de arrumados o muro e a guarita e depois de já haver vigilância 24 horas por dia no local, a administração municipal deve ir até o IAP para pedir uma vistoria, e aprovação, para que o novo cemitério municipal de Rolândia possa passar a operar e a receber os sepultamentos.

    Antes, a mesma administração tem de calcular os valores dos jazigos que serão comercializados. Nesse primeiro momento, cerca de 1,4 mil serão construídos - a capacidade total do local, de mais de 84 mil metros quadrados, é de 19.770 gavetas.

    Para quanto tempo? Bom teríamos que fazer um cálculo simples e sem pretensão de exatidão. Cerca de 30 pessoas morrem por mês em Rolândia. Isso dá aproximadamente 350 a 400 pessoas por ano. Dessa maneira, em 10 anos seriam 4 mil pessoas; em 20, 8 mil. Nessa progressão, as 20 mil pessoas terminariam por lotar o novo cemitério em, mais ou menos, 50 anos. Tem mais um fator que pode ser levado em conta e que aumenta a “vida” do cemitério. A cada quatro anos, as urnas podem ser  usadas novamente. 

    Mas, lembrando o Odorico Paraguaçu, personagem de Dias Gomes: quem vai ser o primeiro a ser sepultado no novo cemitério. Dispenso tal honraria.

    Nessa semana, falamos sobre a ciclovia de Rolândia, motivados por uma leitora do JR que, andando de bicicleta, pode conferir as diferenças entre a nossa ciclovia e a ciclovia de Arapongas. Vale a pena ler a matéria na página 3 e saber o que “tá rolando”.

    Uma boa notícia, o IPTU arrecadou cerca de R$ 7 milhões nesses 10 primeiros dias de abril. Isso é mais de um milhão em relação ao mesmo período de 2018. Essa receita certamente irá fazer o índice da folha de pagamento baixar por esses meses. O índice alto da da folha é um dos problemas mais sérios de Rolândia nos últimos anos.

    Outra boa notícia, agora na Saúde. O Hospital São Rafael teve superávit em 2018. É isso mesmo. O balanço está publicado na página 07 para provar isso. Quase 2 milhões de reais de receita, que abatem um pouco das dívidas milionárias do hospital - caíram de 36 para 34 milhões. Por que não pagar o 13º de 2015, então? Porque esse dinheiro não pode ser usado para isso, é um recurso carimbado. A matéria na página 05 explica isso e muito mais. Nessa edição, são 5 vídeos na Realidade Aumentada.

Boa leitura e bons vídeos.

Josiane Rodrigues
Editora

José Eduardo
Editor

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