TJ nega afastamento de Francisconi

Pedido do MP que não foi acatado se refere à nomeação de filha de juiz e aditivo no contrato de transporte coletivo

Publicado: 18/07/19 • 20h02
Atualizado em: 16/09/19 • 06h05

    O Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (TJ-PR) julgou e decidiu a favor do prefeito Luiz Francisconi Neto (PSDB) em um agravo de instrumento que havia sido pedido pelo Ministério Público. O pedido era para um novo afastamento do prefeito devido a algumas situações de quando retornou ao cargo, em meados de fevereiro de 2019. “Isso estava relacionado à situação da assinatura da contratação da filha do juiz e também ao aditivo de um ano do transporte coletivo, o que tinha sido feito pela administração interina”, explicou Francisconi.

    Diante das situações, o MP então colocou um agravo pedindo o afastamento. A Câmara composta por três desembargadores se reuniu nesta quinta (18) e decidiu que de forma unânime pelo não afastamento ou o desprovimento do agravo. O relator foi o Desembargador Luis Carlos Xavier, da 2ª Câmara Criminal do TJ-PR.

    Francisconi acredita que o MP ainda recorrerá ao STJ sobre a decisão. “Todo o resultado nesse sentido temos que comemorar, porque eu acharia injusto ser afastado sem ter sido ouvido até hoje, em quase um ano de processo”, afirmou o prefeito. “Sempre vou persistir na fala de que nada que o MP diz aconteceu. Acho que o TJ compreendeu isso da mesma maneira que nós”, complementou. A denúncia ainda não foi analisada pelo desembargador para que o Francisconi dê seu depoimento. “O desembargador pode não aceitar a denúncia e o processo morre ou ele pode aceitar de forma parcial ou de forma total”, comentou o prefeito. 

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