Entenda como funciona a autorização para podas

A questão está estabelecida dentro da regulamentação do Plano Municipal de Arborização Urbana

Publicado: 10/02/20 • 15h22
Atualizado em: 28/02/20 • 13h14

    Qualquer munícipe que precisar ou quiser fazer uma poda urbana de árvore precisa solicitar o requerimento de autorização na Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente de Rolândia. A medida é algo que está inserido na regulamentação do Plano Municipal de Arborização Urbana (PMAU), no qual existe a regra de corte e podas.

    A solicitação precisa ser feita porque será analisada por especialistas. Conforme o secretário de Meio Ambiente, Anderson Buss Cardoso, temos históricos na cidade de podas e cortes radicais realizados por pessoas que não tinham conhecimento do assunto, e que resultaram na morte total da árvore.

    “Há vinte anos atrás o saudoso e finado Narciso Bouças falou em reunião algo que eu nunca vou me esquecer. Ele disse que Rolândia estava cheia de espectros de árvores, ou seja, troncos em que foram feitas podas radicais e acabaram nunca mais brotando. Com isso o recado principal que fica é: não é proibido fazer a poda e o corte, a questão é o procedimento deve ser feito com o devido acompanhamento e regulamentação”, afirmou o secretário.

    O secretário também explicou que a Sanetran tem um contrato com a prefeitura, e é a empresa que precisa realizar as ações de podas e de cortes urbanas no município. Para isso, basta o morador ir até a secretaria e fazer a solicitação. Se a poda for autorizada, o serviço será executado pela empresa.

    “Após o pedido de poda ser realizado a secretaria tem um prazo de 30 a 40 dias para executar o trabalho, se ele tiver regulamentado e aprovado pelo órgão. O munícipe tem a opção de contratar um jardineiro particular, mas isso é algo que fica a critério do morador”, ressaltou.

    A recomendação que o secretário deixa a população é que: antes de fazer qualquer procedimento de poda procure a secretaria e peça a autorização. “Estas já são recomendações antigas que ainda estamos seguindo, e que se tornam cada vez mais necessárias visto o risco ambiental em que todos nós estamos vivendo”, orientou o secretário Anderson Buss.

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