Hora de manutenção e limpeza nos telhados e calhas

Manutenção e limpeza de calhas, trocas e ajustes em telhas, ações fundamentais para evitar obstruções antes dos períodos mais chuvosos

Publicado: 16/09/20 • 16h24
Atualizado em: 30/09/20 • 04h21

    Para evitar prejuízos quando as chuvas mais fortes começarem é importante que os moradores façam um check up em seus telhados e calhas. A Defesa Civil alerta para a importância dessas ações para evitar transtornos causados pelos temporais. O coordenador da Defesa Civil de Rolândia, Gerson Carlos dos Santos, avalia que as pessoas devem aproveitar estes dias de estiagem para limpar e consertar calhas, fixar telhas e trocar as quebradas, além de limpar os telhados para evitar goteiras, infiltrações e destelhamentos. 

    Os temporais comuns nesta época, além de chuva intensa, costumam ter ventos fortes, o que aumenta a probabilidade de destelhamento das residências “Quem tiver um tempo disponível durante este período de estiagem deve verificar as condições do telhado, pois quando ele está molhado é mais propício a acidentes.  Durante uma forte chuva, muitos problemas acontecem por falta de manutenção adequada”, observou o coordenador.

    Para prolongar a vida útil do sistema de escoamento do telhado, o ideal é realizar a limpeza frequente das calhas. O trabalho é simples: remover a sujeira que possa entupir os condutores. As folhas não retiradas periodicamente podem deteriorar as peças, por exemplo.  “A maior quantidade de folhas já caiu, se você manter a calha limpa daqui para frente, seu trabalho será bem menor quando vierem as chuvas”, aconselhou Gerson.

    A periodicidade recomendada de limpeza e manutenção varia de seis meses a um ano, dependendo das características do ambiente onde está a edificação. Em áreas com elevados índices pluviométricos, por exemplo, a indicação é que seja realizada com maior frequência. O mesmo acontece em unidades cercadas por construções mais altas, que podem gerar resíduos que se acumulam nos telhados vizinhos.

    Lona de apoio 
    O coordenador comentou que em situações de eventos catastróficos muitas pessoas procuram pela lona disponibilizada pela Defesa Civil. “A orientação é que os moradores sempre tenham em casa um plástico grande que fique guardado em uma área de fácil acesso. Em uma situação de vento ou tempestade inesperadas, em que a ajuda da Defesa Civil vai demorar para chegar, este plástico poderá ajudar a evitar danos materiais maiores pois pode cobrir os eletrodomésticos e demais pertences”, pontuou.

    Defesa Civil 
    Hoje o setor conta com cerca de 25 voluntários e três colaboradores, e mais algumas secretarias municipais. “Por exemplo, em uma queda de árvore, a Secretaria de Infraestrutura é a responsável pela remoção. Em situações que a necessidade de abrigo, a Assistência Social faz o atendimento”, informou. A Secretaria de Educação também participa com a oferta das escolas como um ponto de abrigo ou arrecadação, e a Secretaria de Esportes auxilia com a cessão do Ginásio de Esportes.

    O voluntariado é uma maneira de pessoas físicas e jurídicas se envolverem em atividades que ajudam a diminuir os danos causados por desastres como inundações e tempestades ou o sofrimento das famílias afetadas. O serviço não remunerado tem relevância social e atende ao que está previsto na Lei do Voluntariado.

    Qualquer pessoa pode se cadastrar como voluntário indicando suas habilidades e sua disponibilidade de dias e horários. No caso da pessoa física, o único pré-requisito é que seja maior de 18 anos.

    Quando houver necessidade do apoio dos voluntários, a Defesa Civil Estadual fará contato através do e-mail cadastrado e de outras redes. 

    Por isso, é muito importante manter o cadastro atualizado. O cadastro é efetivado na hora e está disponibilizado ininterruptamente e pode ser feito por meio do site: www.defesacivil.pr.gov.br.



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