Hospital São Rafael busca alvará de funcionamento

Diretor do HSR falou sobre adequações que serão feitas no hospital e sobre a não obrigatoriedade do documento até então

Publicado: 17/02/21 • 12h12

    O Jornal de Rolândia conversou com Fernando Aguilera, diretor administrativo do Hospital São Rafael, que falou sobre o alvará de funcionamento que o hospital ainda não possui. Segundo o diretor, o documento não era obrigatório em momentos anteriores. 

    O assunto veio à tona devido a um vídeo que mostrava as condições de uma sala de espera para pacientes com suspeita de Covid. Fernando falou de necessidade da reforma dessa sala e de outras melhorias necessárias, mas há recursos bloqueados e que poderiam ser liberados com o Alvará em ordem.

    Na última semana, o prédio foi visitado por bombeiros que fizeram a vistoria do local. Com a licença dos bombeiros, o próximo passo é o pedido do Alvará de Funcionamento. “Já fizemos uma adequação de requisitos mínimos para os bombeiros, que são sinalização das saídas de emergência, iluminação de emergência, implantação de extintores. Estes itens já estão prontos e passaram por uma vistoria”, explicou o diretor.

    Aguilera também lembrou que a instituição também vai precisar ter uma escada de incêndio portas corta fogo. Há um prazo para que o hospital possa fazer essas melhorias maiores. “Mesmo não tendo feito estas últimas melhorias, nós conseguimos um alvará se apresentarmos a realização dos requisitos mínimos. Com isso, eles já podem autorizar”, informou.

    Para poder dar sequência nas melhorias e aquisição de camas e equipamentos novos, o hospital vai precisar de recursos financeiros. Conforme pontuado pelo diretor, a entidade já possui um recurso em emendas parlamentares de aproximadamente R$ 1,9 milhão, que estão travados pelo Estado. “Estamos aguardando também a entrada de mais um recurso de um milhão de reais”, disse.

    Com a liberação de todos estes valores, o diretor assegurou que cerca de 500 mil reais serão utilizados para a compra de novas camas, materiais de enxoval, utensílios hospitalares e demais reformas que o prédio necessita. “Temos uma parte deste valor que já está comprometida com prestadores de serviço, mas uma parte disso vai ser útil para atender essas outras necessidades mencionadas”, revelou. 

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